ALOPECIA – Causas, Tipos, Sintomas, Tratamentos → (TEM CURA?)

Atualmente, tanto mulheres como homens tem sofrido com a alopecia. Você conhece alguém que tem essa doença? Embora não seja uma doença grave, existem vários tipos diferentes e por isso, cada tipo deve ser tratado de forma diferente.

Mas, você, sabe o que é a alopecia, qual a causa dessa doença, quais são seus tipos e sintomas? Existe tratamento e cura? Quer saber tudo sobre essa doença? Então continue lendo esse artigo e fique informado!

O que é Alopecia?

Alopecia é uma doença na qual existe certa redução dos pelos do corpo ou cabelo. Essa redução pode ser tanto parcial como total. A doença apresenta vários tipos diferentes de apresentação e são classificadas de acordo com suas causas, que são:

Alopecia

  • Alopecia Areata
  • Alopecia Androgenética
  • Seborréica
  • Neurótica
  • Congênita
  • Traumática
  • Alérgica
  • Secundária ou Medicamentosa
  • Universal

Como existem tipos diferentes de alopecia, cada um deles tem seus tratamentos e cuidados específicos. A queda de cabelo é o ponto comum entre todas os tipos de dessa doença. Ela afeta os bulbos capilares, geralmente no couro cabeludo, fazendo com que eles se fechem por completo e não cresça mais.

O comum é que a alopecia apareça após os 30 anos, mas existem diversos casos em que ela aparece antes. Por isso, é importante identificar qual dos tipos da dessa doença é a causa da queda de cabelo para procurar e encontrar o tratamento ou cura.

Os casos mais comuns e conhecidos são a alopecia areata e a alopecia andrógena. Vamos falar um pouco mais delas, suas causas e sintomas e tratamentos. Leia a seguir.

Alopecia Areata

Pode aparecer em qualquer idade, mas este tipo específico aparece geralmente em pessoas com menos de 20 anos de idade. Apesar de não saber a sua real causa, existem alguns fatores indicadores como genética e doenças autoimunes.

Alopecia

Há relatos de que pacientes com traumas físicos, fatores emocionais e infecções desencadearam o quadro da doença. A alopecia areata estar relacionada também com algum acontecimento importante, como traumas ou gravidez. Estresse e outros fatores psicológicos também podem estar relacionados ao aparecimento da doença.

No caso da alopecia areata a queda de cabelo é notável por alastrar algumas áreas grandes ou até na cabeça inteira. Geralmente, essas quedas acontecem em formato arredondado. Também é percebido que os cabelos caem facilmente quando são levemente puxados.


Diagnóstico: Seu diagnóstico é feito pelo dermatologista, após exame clínico, porém em casos que envolvem alterações na tireoide, é indicado também o tratamento com o endocrinologista e em casos que envolvem fatores psicológicos é preciso que haja acompanhamento com o psicólogo e/ou psiquiatra. Alguns médicos podem solicitar uma biópsia, para eliminar outras causas.


Sintomas: Ainda que os sintomas sejam somente a queda dos pelos, existem pessoas que afirmam que também teve queimação no local antes da queda. Pode-se também perceber algumas alterações pequenas nas unhas como o relevo da superfície da mesma.


Tratamento: É recomendado que todos os casos sejam tratados, uma vez que, na maioria das vezes, na região onde aconteceu a queda, o cabelo não costuma mais crescer.


Vale lembrar que em casos mais intensos, os tratamentos para alopecia arreata não é garantia de que a situação será revertida. O nascimento de novos fios capilares, é muito relativo, pois há casos em que o cabelo volta a nascer e outros casos em que o cabelo não nasce mais.

Em geral, para alopecia arreata tratamento incluem:

  • Terapia com luz ultravioleta
  • Medicações orais
  • Medicações aplicadas na pele
  • Injeção de esteroides na pele

Os remédios mais utilizados para tratamento são decadron, betatrinta, duoflam, finasterida, diprospan. Vale lembrar que alopecia não é contagiosa, não deve ser feita a automedicação e nem interromper o tratamento sem consultar o médico especialista.

Alopecia Androgenética

A alopecia androgenética é considerada o maior motivo de calvície, principalmente entre pessoas do sexo masculino, é o tipo mais comum da doença. Existe uma enzima que transforma a testosterona em uma versão mais forte, o DHT, que tem relação com o desenvolvimento sexual. As mulheres também produzem o DTH, mas em quantidade bem menor que os homens.

Alopecia

Alopecia androgenética masculina: Acontece que o DHT aparentemente promove uma miniaturização folicular no couro cabeludo, fazendo com que a fase de crescimento do cabelo fique cada vez menor, enquanto as fases de descanso ficam cada vez mais longa, então nascem as famosas “entradas” do padrão de calvície masculina.


Alopecia

Alopecia androgenética feminina: A perda do cabelo é mais difusa, sendo que os cabelos ficam mais “ralos” nos fios do topo da cabeça. Isso porque parece que os hormônios femininos auxiliam na proteção contra as ações do DHT.

Alguns fatores podem ser importantes para o diagnóstico da alopecia androgenética; como a perda lenta e gradativa dos cabelos, histórico familiar de calvície e mulheres com SOP (síndrome do ovário policístico). Além do sintoma principal, que é a perda gradativa de cabelos, na alopecia androgenética feminina podem ocorrer sintomas como a acne, irregularidade menstrual, obesidade e aumento de pelos no corpo.

Uma vez que as maiores causas da alopecia androgenética são fatores genéticos, a tendência é que a doença permaneça por toda a vida. Porém, existem tratamentos que conseguem minimizar essas tendências, bem como atrasá-la ou interrompê-la. Vale lembrar que os resultados dos tratamentos podem demorar meses para aparecer.

Para esse tipo de alopecia, existem diversos tratamentos:

  • Sistêmicos: Finasterida, Dutasterida, Antagonistas dos receptores androgênicos
  • Tópicos: Minoxidil e Cetoconazol
  • Cirúrgicos: Transplante capilar, próteses capilares e redução do couro cabeludo.

Alopecia tem cura?

No caso da alopecia areata tem cura, ainda que demore certo tempo. Porém, quando acontece a perda total dos cabelos do couro cabeludo ou em pessoas jovens, pode ser que o tratamento não alcance os resultados esperados. Há casos de alopecia feminina, onde não é comprovado que o estresse é o causador da doença, apesar dos indícios, porém é sempre indicado que dê maior atenção aos distúrbios e transtornos psicológicos.

Alopecia

Já no caso da alopecia androgenética, existem vários modelos de tratamento, alguns inclusive estéticos que ajudam a minimizar o problema, porém, como é uma doença com maior predominação genética, é mais difícil obter a cura da doença. Vale ressaltar que existem exames genéticos que podem auxiliar a identificar pacientes que tem maior risco de desenvolver o quadro da doença.

Porém, mesmo que seja identificado grau de risco, ainda não é possível evitar totalmente o desenvolvimento dela, principalmente sem devido tratamento. Em geral, a cura, prevenção e minimização dos sintomas dependem muito do tipo de alopecia que a pessoa tem, bem como suas causas.

Como vimos, a alopecia é uma doença onde há uma queda parcial ou total de pelos do corpo ou da cabeça. Existem vários tipos diferentes da doença e cada uma têm suas características diferentes, principalmente em relação as suas causas e tratamentos.

Há diversos tipos de tratamentos para alopecia e alternativas inclusive estéticas que podem minimizar ou contornar o problema. [CONHEÇA O HAIRLOSS BLOCKER – Melhor tratamento para queda e crescimento de cabelos]

Ela pode atingir tanto mulheres como homens, e é uma doença que causa grande incômodo no estado emocional dos pacientes.

Por isso, é importante que procure um médico assim que haja suspeita da doença para um diagnóstico e direcionamento do tratamento correto a seguir!

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